ATRA no Rio Preto Tech Summit 2026: Dados, Cloud e IA

O Rio Preto Tech Summit 2026 mostrou que a próxima etapa da transformação digital não está apenas em adotar novas tecnologias, mas em conectar dados, Cloud e Inteligência Artificial para transformar informação em ação.

Nos dias 5 e 6 de agosto, a ATRA participou do Rio Preto Tech Summit 2026 como patrocinadora e expositora, levando para o evento discussões sobre Inteligência Artificial, dados, Cloud e modernização de ambientes tecnológicos.

Realizado em São José do Rio Preto, o evento reuniu profissionais, empresas, especialistas e lideranças para discutir as tecnologias que estão transformando negócios e criando novas possibilidades para diferentes setores da economia.

Para a ATRA, foram dois dias de troca, demonstrações e conversas sobre uma questão cada vez mais presente nas empresas:

Como transformar a evolução da tecnologia em resultados concretos para o negócio?

A resposta passa por uma combinação que está ganhando cada vez mais força: dados confiáveis, arquitetura preparada, Cloud e Inteligência Artificial aplicada a problemas reais.

IA está mudando a forma como as empresas acessam seus dados

Um dos grandes destaques do Rio Preto Tech Summit 2026 foi a evolução da IA Conversacional e dos agentes de Inteligência Artificial.

Durante o evento, Guilherme Fighera, do Google Cloud, participou de uma apresentação a convite da ATRA e mostrou como a Inteligência Artificial está tornando mais natural a interação entre pessoas, aplicações e dados.

A mudança parece simples, mas pode transformar completamente a experiência de quem precisa tomar decisões com base em informações corporativas.

Em vez de navegar por diferentes sistemas, abrir dashboards, aplicar filtros e procurar indicadores, o usuário pode simplesmente fazer uma pergunta.

Por exemplo:

  • Qual foi o desempenho das vendas neste período?
  • Qual unidade apresentou queda de receita?
  • Onde os custos aumentaram?
  • Quais produtos tiveram maior crescimento?
  • O que explica a variação deste indicador?

A resposta pode ser construída a partir dos próprios dados da empresa, utilizando uma interface conversacional.

O tema ganhou repercussão na imprensa regional. O Diário da Região destacou justamente a evolução dos agentes de IA e a possibilidade de consultar informações corporativas por meio de perguntas, inclusive por voz.

A Gazeta de Rio Preto também repercutiu a discussão apresentada durante o evento, destacando o avanço da IA Conversacional e dos agentes aplicados aos ambientes corporativos.

Do dashboard para a conversa com os dados

Essa evolução não significa necessariamente o fim dos dashboards.

O que muda é a forma como diferentes perfis de usuários podem acessar a informação.

Dashboards continuam importantes para acompanhamento de indicadores, análises recorrentes e visualização de dados. Mas a IA Conversacional cria uma nova camada de interação, permitindo que usuários façam perguntas específicas e explorem informações de maneira mais natural.

Essa mudança pode aproximar os dados de áreas que nem sempre possuem conhecimento técnico para construir consultas ou navegar por estruturas complexas de BI.

E é justamente aí que a Inteligência Artificial começa a deixar de ser apenas uma tecnologia de produtividade para se tornar uma nova interface para os dados corporativos.

Agentes de IA: quando a inteligência passa a agir

Outro ponto importante discutido no Rio Preto Tech Summit foi a evolução da chamada IA agêntica.

Diferentemente de aplicações que apenas respondem perguntas ou geram textos, agentes de IA podem ser utilizados para executar tarefas, acessar diferentes fontes de informação e participar de processos.

Na prática, isso abre espaço para aplicações em áreas como:

  • atendimento;
  • operações;
  • vendas;
  • finanças;
  • análise de dados;
  • indústria;
  • agronegócio;
  • saúde;
  • serviços.

O objetivo deixa de ser simplesmente “usar IA” e passa a ser automatizar processos, reduzir esforço operacional e acelerar decisões.

Mas existe um desafio fundamental.

Para que um agente consiga responder corretamente, ele precisa conseguir acessar informações confiáveis.

E isso nos leva ao ponto central da transformação: a IA depende da qualidade da base de dados sobre a qual está sendo construída.

Antes da IA, existem os dados

A popularização da Inteligência Artificial trouxe uma nova urgência para um problema antigo das empresas: dados fragmentados, inconsistentes, pouco governados ou difíceis de acessar.

Uma organização pode ter excelentes modelos de IA, mas se as informações utilizadas estiverem desatualizadas, duplicadas ou distribuídas sem uma estratégia clara, o resultado também será comprometido.

Por isso, preparar uma empresa para IA envolve muito mais do que escolher uma ferramenta.

Essa visão integrada foi uma das principais mensagens que a ATRA levou ao Rio Preto Tech Summit.

É necessário considerar:

Qualidade de dados: informações confiáveis são fundamentais para gerar respostas confiáveis.

Governança: é preciso saber quais dados existem, quem pode acessá-los e como eles podem ser utilizados.

Integração: agentes e aplicações precisam conseguir acessar informações que muitas vezes estão distribuídas entre diferentes sistemas.

Arquitetura: ambientes de dados precisam oferecer escalabilidade, segurança e disponibilidade.

Cloud: a computação em nuvem pode fornecer a infraestrutura necessária para modernizar ambientes e acelerar novos casos de uso.

Cloud e dados precisam acompanhar a evolução da IA

A expansão da Inteligência Artificial também está mudando os requisitos dos ambientes tecnológicos.

Empresas que antes utilizavam dados principalmente para relatórios e dashboards agora precisam pensar em arquiteturas capazes de suportar análises avançadas, aplicações inteligentes e agentes conectados a diferentes fontes.

Esse cenário é ainda mais complexo em ambientes multicloud.

Durante a apresentação no Rio Preto Tech Summit, Guilherme Fighera destacou justamente o desafio de conectar agentes de IA às informações que estão distribuídas entre diferentes ambientes e aplicações.

Isso reforça uma tendência importante: a arquitetura de dados passa a ser uma peça estratégica para a adoção de IA.

Não basta ter dados.

É preciso conseguir encontrá-los, acessá-los, compreendê-los e utilizá-los de maneira segura.

Tecnologia precisa gerar resultado

Além de discutir tendências, a ATRA levou ao Rio Preto Tech Summit exemplos de tecnologia aplicada a desafios reais de negócio.

Um dos cases apresentados foi o projeto desenvolvido em parceria com o Google Cloud para o Banco Carrefour, que modernizou processos relacionados à geração de relatórios regulatórios.

Antes da transformação, o ambiente enfrentava limitações de processamento e escalabilidade. A nova arquitetura em Cloud automatizou rotinas, ampliou a capacidade de processamento e trouxe mais agilidade para a geração das informações.

O resultado foi expressivo: o processamento dos relatórios regulatórios ficou 51 vezes mais rápido.

Mas o ganho não ficou restrito à velocidade.

A modernização também trouxe avanços em automação, confiabilidade das informações e segurança, permitindo que as equipes dedicassem mais tempo às análises estratégicas.

Esse tipo de resultado ajuda a colocar a discussão sobre transformação digital em perspectiva.

Tecnologia não deve ser implementada apenas porque é nova. Ela precisa resolver problemas.

Do evento para a realidade das empresas

Durante os dois dias de Rio Preto Tech Summit, a ATRA esteve presente no estande, nas palestras, nas demonstrações e nas conversas com profissionais e empresas.

A experiência também gerou repercussão em diferentes veículos da região, com entrevistas e conteúdos publicados pela Rádio CBN, Rádio Mix, Diário da Região, Gazeta de Rio Preto, Record News, Record Rio Preto, SP Record, Jornal DHoje e RCE/Band.

Mais do que divulgar a participação da ATRA, essa repercussão mostra como os temas discutidos no evento estão deixando de ser assuntos restritos à área de tecnologia.

Dados e Inteligência Artificial já fazem parte da agenda estratégica das empresas.

A pergunta agora não é apenas se uma organização vai utilizar IA.

A questão é: Ela está preparada para utilizar IA de forma confiável, segura e conectada aos objetivos do negócio?

O que o Rio Preto Tech Summit 2026 deixou como aprendizado

A participação da ATRA no Rio Preto Tech Summit reforçou algumas tendências que devem continuar no centro das discussões empresariais nos próximos anos.

1. A IA está se tornando uma nova interface para os dados

A possibilidade de fazer perguntas diretamente às informações corporativas pode mudar a forma como profissionais de diferentes áreas utilizam dados no dia a dia.

2. Agentes de IA ampliam o potencial da automação

A evolução da IA está levando as empresas de aplicações que apenas respondem para soluções capazes de executar tarefas e participar de processos.

3. A qualidade dos dados continua sendo fundamental

Quanto mais as empresas dependem de IA para tomar decisões, maior é a importância de dados confiáveis, governados e acessíveis.

4. Arquiteturas modernas são essenciais

Cloud, integração, governança e engenharia de dados formam a infraestrutura necessária para sustentar novos casos de uso de IA.

5. O valor da tecnologia precisa ser mensurável

Projetos de transformação digital precisam estar conectados a indicadores de negócio, como eficiência, produtividade, redução de custos, velocidade e qualidade das decisões.

ATRA no Rio Preto Tech Summit: tecnologia conectada ao negócio

O Rio Preto Tech Summit 2026 foi mais uma oportunidade para a ATRA compartilhar experiências, apresentar soluções e, principalmente, ouvir os desafios que empresas de diferentes setores estão enfrentando.

A conclusão é clara: a próxima fase da transformação digital será cada vez menos sobre ferramentas isoladas e cada vez mais sobre integração.

  • Integração entre dados e aplicações.
  • Entre Cloud e inteligência.
  • Entre tecnologia e pessoas.
  • E, principalmente, entre inovação e resultados de negócio.

É nessa interseção que a ATRA atua, ajudando empresas a modernizar seus ambientes de dados, estruturar arquiteturas em Cloud, fortalecer governança e qualidade e criar soluções de Inteligência Artificial capazes de gerar valor na prática.

Sua empresa está preparada para transformar dados em ação?

A ATRA pode ajudar sua organização a entender onde estão as melhores oportunidades de aplicação de Dados, Cloud e Inteligência Artificial, considerando o ambiente tecnológico atual e os objetivos do negócio.

Fale com nossos especialistas e descubra como avançar nessa jornada.

O que é o Rio Preto Tech Summit?

O Rio Preto Tech Summit é um evento de tecnologia e inovação realizado em São José do Rio Preto, reunindo empresas, especialistas, profissionais e lideranças para discutir tendências e aplicações de tecnologia nos negócios.

Qual foi a participação da ATRA no Rio Preto Tech Summit 2026?

A ATRA participou da edição de 2026 como patrocinadora e expositora, além de levar especialistas e conteúdos relacionados a Dados, Cloud e Inteligência Artificial para a programação do evento.

Quais temas a ATRA apresentou no evento?

Entre os principais temas estiveram IA Conversacional, agentes de Inteligência Artificial, Dados, Cloud, modernização de ambientes tecnológicos e aplicações práticas de IA para negócios.

O que é IA Conversacional?

IA Conversacional é uma forma de interação com sistemas de Inteligência Artificial por meio de linguagem natural. Em ambientes corporativos, ela pode permitir que usuários façam perguntas sobre dados e processos utilizando uma interface mais simples e intuitiva.

Por que a qualidade dos dados é importante para a Inteligência Artificial?

Modelos e agentes de IA dependem das informações às quais têm acesso. Dados incompletos, inconsistentes ou sem governança podem comprometer a qualidade das respostas e das decisões. Por isso, qualidade, governança, integração e arquitetura de dados são elementos fundamentais para projetos de IA.

Como a ATRA ajuda empresas a aplicar Inteligência Artificial?

A ATRA atua na jornada completa de dados e tecnologia, incluindo engenharia e integração de dados, qualidade, governança, Cloud, modernização de ambientes, analytics e soluções de Inteligência Artificial, conectando tecnologia aos desafios e objetivos de cada negócio.